| INTRODUÇÃO
A Organização Pan-africana das Mulheres
OPM foi criada em Julho de 1962, sua sede está situada em
Luanda, capital da República de Angola. Ela tem estatuto
Consultivo junto da ECOSOC (Conselho Económico e Social das
Nações Unidas).
Ela também tem o estatuto de observador junto
da OUA (Organização da Unidade Africana) e tem relações
operacionais com a UNESCO e outras organizações.
A Organização Pan-africana das Mulheres,
é uma organização continental que tem como
membros os 53 paises africanos repartidos em 5 sub-regiões
com escritórios localizados nos seguintes países:
Norte - Argélia
Oeste - Mali
Este - Tanzânia
Centro - Rwanda
Sul - Africa do Sul
Ela dispõe de pontos focais em todos os paises.
O Secretariado Geral é chamado a reactivar
os seus pontos focais
tendo em conta a situação concreta em cada pais membro.
A OPM foi criada por algumas mulheres leaders de
África,, para uma melhor participação na vida
política, económica e social dos paises africanos.
A OPM participou na avaliação do progresso
da implementação da
plataforma de acção de Beijing e da plataforma de
acção de Dakar.
Após a 6ª Conferência Regional
Africana que se realizou em AddisAbeba e da 23ª Sessão
da Assembleia Geral das Nações Unidas que teve lugar
em Nova York,, a OPM consciente de que a feminização
da pobreza, requer reflexão profunda e acções
concertadas,, tanto nacionais como internacionais visando a criação
de melhores condições de vida das populações
com vista a erradicação da pobreza, decidiu em colaboração
com a Organização da Mulher Angolana,, apresentar
um requerimento ao Governo angolano para organizar em Luanda,, uma
Conferência Internacional de 01 a 03 de Julho de 2002 sobre
a pobreza e as questões a elas relacionada.
O motivo da escolha da República de Angola
prende-se com a situação cada vez mais difícil
em que vive a sua população, e a necessidade de recordar
que por causa da guerra, afluem a Luanda cada vez mais deslocados
provenientes de outras províncias.
A comunidade Internacional reiteradas vezes
tem ajudado a minimizar a carência derivada da situação
que o pais vive no quadro da ajuda de emergência.
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